Inspira-me quando esquece teus olhos sobre os meus,
Aquece-me quando tua pele
roça na minha,
Inebria quando falas
com tua voz rouca sobre coisas banais.
assim vivo de amar-te em segredo.
A VIDA TEM MIL CORES E MATIZES. ESSE ESPAÇO FOI CRIADO PARA PINTAR AS CORES QUE A VIDA AOS MEUS OLHOS SE MOSTRA EM VERSOS E PROSA.
Inspira-me quando esquece teus olhos sobre os meus,
Aquece-me quando tua pele
roça na minha,
Inebria quando falas
com tua voz rouca sobre coisas banais.
assim vivo de amar-te em segredo.
Em tempos de incerteza e engano,
Falsos profetas usam o manto sagrado,
Para iludir, mentir e dominar,
A verdade distorcem, a fé a manipular.
Evangelho torcido em busca de poder,
A falsa prosperidade como um dever,
Enganam corações sedentos de luz,
Mas sua escuridão é só um disfarce astuto.
Em meio a essa névoa de confusão,
Busquemos a verdade com devoção,
Luz genuína que dissipa a mentira,
E nos guia para uma jornada verdadeira de amor cristão , expressão de humildade e
fraternidade , trabalhando pela inclusão dos que vivem à margem da sociedade.
O crime de estupro é cruel e desumano,
Deixando cicatrizes profundas na alma da vítima.
É uma agressão que fere o corpo e a mente,
Podendo causar traumas que perduram para sempre.
A impunidade agrava ainda mais essa situação,
Mostrando o descaso da sociedade diante do sofrimento feminino.
É um reflexo claro do machismo arraigado,
Que não reconhece as mulheres como seres humanos plenos.
O silêncio das vítimas é um obstáculo a ser vencido,
Dificultando a denúncia e punição dos agressores.
É fundamental romper com essa mudez,
E dar voz às mulheres que enfrentaram violência sexual.
É imprescindível abordar o tema do estupro abertamente,
Denunciar os criminosos, garantir justiça às vítimas,
E oferecer apoio incondicional a quem sofreu.
Não podemos mais tolerar essa realidade cruel e injusta.
É hora de mudar, de lutar por uma sociedade mais justa e igualitária,
Onde as mulheres possam viver livres e seguras, sem medo.
Em um mundo de dor e feridas,
Caminham pessoas tão destemidas,
Em busca da felicidade que as guia,
Se encontram nas linhas da vida.
Caminhos que se cruzam no destino,
Na resiliência de acreditar no caminho,
Juntos na reconstrução que os une,
Na força que em cada um germina.
A esperança os impulsiona a seguir,
Mesmo diante das dores a florir,
Unidos, constroem novas histórias,
Com amor e coragem em suas memórias.
Gratidão, queridos pais, avós e ancestrais,
Por cada passo dado, por sonhos tão reais.
Teceram com amor um caminho de luz,
Em cada coração, uma história que seduz.
A tristeza que ecoa de tempos esquecidos,
Dou luz às feridas, aos lutos perdidos.
À raiva que ardeu e às partidas abruptas,
Nomes não falados em memórias que ocupas.
Dou luz à flecha que abriu novos caminhos,
Facilitando a vida com gestos tão divinos.
À alegria que brilha em risadas sinceras,
Repetidas em lares, como danças inteiras.
Dou luz ao oculto e aos segredos guardados,
Às dores que marcam os laços quebrados.
Que o tempo e o amor sejam sempre união,
Entre pais e filhos, formando um só coração.
Dou luz às memórias de limitações e dor,
Crenças que pesaram e trouxeram temor.
Aqui e agora planto a semente da esperança,
Com alegria e fé em cada nova dança.
Prosperidade e entrega em passos seguros,
Equilíbrio na vida em momentos puros.
Que todas as gerações sejam envoltas em luz,
Um arco-íris de cura que sempre nos conduz.
Que a força de cada um ressoe em harmonia,
Inundando o presente com amor e alegria.
Neste instante sagrado, em conexão profunda,
Celebro a vida e a gratidão fecunda.
Casas que nos acolhem, feito abrigo,
Construção material onde a vida se faz,
Habitadas por nós e cada amigo ou visita,
Emanando energia que nunca se desfaz.
Compondo a alma do lar, um canto, um grito,
Um sussurro ou pensamento que flui,
Onde risos e lágrimas se entrelaçam,
Já não é só espaço, mas um tecido que se tece
Com energia que se propaga, e assim as paredes vão sendo pintadas.
A alma da casa é um laço profundo,
Uma construção viva de quem nela habita,
Legado de histórias que cruzam o mundo,
E lá permanecemos enquanto a vida se modifica.
Por gerações sem fim, a herança se tece,
Em cada parede, um eco do passado.
Memórias que o tempo não apaga,
Alma da casa: energia que não finda.
Só damos aquilo que somos,
No afeto, um calor que inflama,
No conselho, a luz que se torna chama,
Na parceria, um sonho que brota,
No corpo a corpo, a alma se nota.
Energia pulsante que nos une,
Como o sol que brilha e nunca se opune.
Em cada olhar, um universo inteiro,
Em cada toque, um amor verdadeiro.
E quando a tristeza vem nos visitar,
É no ombro amigo que vamos nos apoiar.
Pois somos feitos de sonhos e dor,
E na entrega sincera reside o amor.
Assim seguimos nesse ciclo profundo e inrepetivel
Dando e recebendo no sensíveis encontros.
E ao final de cada jornada e caminho,
O que somos é sempre nosso destino
Colhendo e semeando até o fim dos dias.
No campo onde o bambu dança,
Ergue-se alto, com esperança,
Raízes que se entrelaçam,
Em harmonia, não se afastam.
Sussurros do vento trazem,
Histórias que em folhas se fazem,
Flexível em sua essência,
Mostra a força da resiliência.
Cada nó é um capítulo,
Na vida um novo ciclo,
Crescendo juntos, lado a lado,
No amor que nunca é olvidado.
E assim, sob a luz do sol ou nos dias de chuva
O bambu ensina a lição:
Que na união e na leveza,
A vida é pura beleza onde existe maleabilidade.
Em meio a tantas situações da vida,
Inseguranças nascem, ego ferido,
Sem perceber os danos que nos traz,
Nos privamos do que temos de melhor,
E o amor que em nós se faz.
Palavras de carinho guardamos em silêncio,
Por medo da rejeição, criamos distâncias,
Esquecemos que ao falar somos luz,
Que alimenta a alma e cura as instâncias.
Tememos nos entregar ao doce amor,
Buscando garantias em um mundo incerto,
Ambicionamos aplausos e afeto sincero,
Mas a entrega é o caminho mais certo.
Vivemos carentes neste vasto lugar,
Esperando que outros nos façam sentir especiais,
Mas a verdadeira plenitude se revela,
Quando amamos sem medidas, sem rivais.
Amar é o que nos preenche de verdade,
Não importa quão amados possamos ser,
É no amor que encontramos a liberdade,
E é amando que aprendemos a viver.
Dizem que ninguém vem para nos resgatar,
Mas em cada instante, há mãos a nos amparar.
Um sorriso de um estranho, um gesto de luz,
Um toque suave que a dor reduz.
A voz de um escritor, com palavras profundas,
Desperta em nós verdades fecundas.
Uma canção que traduz o que não se diz,
Um amigo atento que nos faz sentir feliz.
Estamos todos entrelaçados em silêncio,
Salvando uns aos outros com amor e cuidado imenso.
Pequenos gestos que parecem tão pequenos,
Mas têm o poder de mudar nossos enredos.
Um dia transformado por um olhar sincero,
Uma vida iluminada por um carinho verdadeiro.
Na teia da vida, somos todos irmãos,
Salvadores anônimos onde pulsa amor verdadeiro nos corações.
Aquilo que se tolera, uma vez, duas mais,
Torna-se um padrão que se repete.
Se não traçamos os limites, com clareza e fervor,
Ensinamos aos outros que aceitamos a dor.
Comportamentos que ferem, situações que magoam,
Ao permitir o inaceitável, as portas se abrem e ecoam.
Contra os nossos princípios, vamos nos calar?
É hora de firmar nossa voz e nos respeitar.
Estabelecer limites não é só firmeza em ação,
É um ato de amor à nossa própria visão.
Defender o que importa, cuidar do coração,
É construir um espaço seguro de proteção.
Então erga a bandeira do seu bem-estar,
Desenhe os contornos do que é amar.
Pois ao respeitar a si mesmo, você vai perceber,
Que limites são caminhos para evoluir e crescer.
Aprenda a se preservar, a falar com cuidado,
Coisas do coração são tesouros sagrados.
Só devem ser ditas a quem vai escutar,
Com carinho e alegria, prontos para acolher e amar.
Procure quem se importa, quem deseja o seu bem,
Alguém que torce por você, que quer ver você além.
Ao ouvir suas dores, que reze para que tenha luz,
Para que os ventos mudem, e a esperança te sopre tempos novos .
Desabafar é arte, mas é preciso saber,
Compartilhar com quem quer ver você florescer.
Na companhia sincera, os caminhos se alinham,
E no acolhimento verdadeiro, as almas se aninham iluminando uma vida inteira.
Infâncias Roubadas No berço onde deveria morar o sonho, Habita o medo em olhos de criança. Mãos sujas rasgam véus de esperança, E a purez...